Fedorento pub londrino estava cheio. Era um pub muito
popular, tinha um karaokê, onde todos brigavam pra cantar músicas pop dos anos
80. Eu estava sentada no bar, com meus amigos Chuck e Sara.
Estávamos comemorando que Chuck tinha terminado com o namorado, o que me
deixava muito feliz, o namorado dele era um babaca. Uma garota muito bêbada
cantava uma música que eu não conhecia, e a garçonete me cutucou por cima do
bar avisando que eu e Chuck seriamos os próximos. Eu estava alegre, não me sentia
bêbada, apesar das várias doses de tequila, e dos vários martines virados.
Chuck me obrigou a cantar I Will Survive, ele diz que “gosta de ser uma bicha
clichê”. Quando a garota desceu do pequeno palco, ao som de aplausos e vaias,
virei mais uma tequila e fui para o palco com Chuck. Peguei o microfone, e mandei o meu olhar mais
poderoso. Eu não cantei, gritei, me esgoelei e dancei muito, aliás senti as
bolhas se formando nos meus pés, que
estavam enfiados em saltos 15 cm. No fim
da música eu e Chuck agradecemos, como duas divas. Mas o inesperado aconteceu.
Enquanto eu descia a escada de cinco degraus, o meu salto quebrou, e em uma
frustrada tentativa de me segurar em Chuck, dei um giro, o bar ficou em
silêncio, o único som foi de Chuck
gritando “LAURA”. Caí no colo de um rapaz sentado em uma mesa ao lado. A caneca
de cerveja que ele segurava virou, derramando o liquido em mim, e terminando
espatifada no chão. Minha vontade era de me jogar dentro de um poço e nunca
mais sair. O homem parecia assustado, e o rosto dele me parecia família, mas
não tive tempo de pensar de onde eu o conhecia, Chuck me levantou de cima do
homem, e o bar começou a rir. Perfeito. Lancei um pedido de desculpas solto
para o homem, e fui pra perto de Sara. Ela me levou pra fora do bar, dizendo
que Chuck pagaria a conta, e perguntando se eu estava bem.
Sentamos em um banco do lado de fora do pub. Estava frio, e
Sara jogou o casaco dela sobre nossos ombros. Fechei os olhos, tentando
esquecer o grande mico. A porta do pub se abiu, e de dentro dela saiu o cara
que tinha acabado de amortecer minha queda. Eu o conhecia. Mas não estava em
condições de lembrar de onde. Ele me viu, e caminhou pra perto de mim.
- Oi, vim ver se você está ok.
- Amigo você sinceramente acha que eu estou bem? – perguntei,
com o fio de voz que me restava.
-Sinceramente? Não acho. Sua perna esta sangrando.
Olhei para minha perna esquerda, e ela estava com pequenos
arranhões causados pelos cacos de vidro.
- São so arranhões – disse desinteressada – você fez parecer
que estavam escorrendo litros de sangue.
-Laura, o cara so esta sendo gentil – me repreendeu Sara –
não aja como uma bêbada chata. Desculpe – ela disse para ele depois.
- Mas eu estou bêbada e chata. - e eles começaram a rir,
como se aquilo tivesse sido uma piada ruim, mas tão ruim que eles tiveram que
rir.
- Olha gata, achei seu salto, acho que da pra concertar. - Chuck
havia acabado de sair do bar, olhando para o salto como se ele fosse algo
fascinante.
- Vou jogar essa droga fora.
- Mas são Prada! – Sara fazia cara de indignada.
- Vamos pegar logo um táxi, a Laura está com cara de defunta
– Chuck arremessou o salto em uma lixeira próxima.
-Olha, me deixa levar vocês pra casa.- O cara disse
,ajudando Sara a me levantar
- Não precisa.
-Laura.....
-Laura, não rejeita ainda querida – Chuck me olhava
preocupado – não sei se vamos conseguir um táxi.
Chuck era adoravelmente sincero. Mas exatamente na hora, um
táxi virou a esquina, e ele sacudiu os braços fazendo sinal. O cara me ajudou a
entrar no táxi, e eu lhe dei o meu melhor sorriso de agradecimento, e ele sorriu
de volta.
- Se precisar, so me ligar – ele me entregou um papel, que
não me dei ao trabalho de ler.
- Eu não quero ser rude, mas por que eu precisaria de você,
você é encanador? Eu estou precisando de um encanador.
- Laura já chega – Sara disse rispidamente, e pegou o papel
da minha mão. – Desculpe... - ela olhou o papel – Nick. Obrigada pela sua
ajuda. Boa Noite.
-Não precisa agradecer. Boa noite.
O carro se afastou. Estava feliz por finalmente ir pra casa.
E eu sinceramente não queria ser rude. Acho que eu so estava sendo uma bêbada
chata. É, eu estou bêbada.
N.A.: Prometi fic com o Nick,e ela esta ai :D espero que vocês se divirtam lendo tanto o quanto eu me diverti escrevendo
bjks
Rafa
Amo o Alex, mas é bom ler uma fanfic sem ser dele #amém
ResponderExcluirEmfim, AMEI esse início de fanfic, nunca fui num karaôke mas acho a coisa brega mais legal do mundo! Hahaha E achar o Nick no karaôke em questão seria demais!
Não demora pra atualizar não, sua fic muito me animou ^^ xxxx.
ENFIM*******
Excluiromg!!!!
ResponderExcluiragr ta td perfeito uma fic com o nick era so o q tava faltando!!
posta o prox logo!
bjbj
Nick é tão fofo. Eu já vi que vai haver um conflito gigante entre essas duas personalidades. A explosiva Laura e o fofo Nick haha. Continue!
ResponderExcluirO Nick é lindo demais! Adorei o jeito divertido que você escreve, o que torna sua fic muito gostosa de ler. Espero ansiosamente pelo desenrolar da história. Bj
ResponderExcluirMto boa a fic, finalmente decidiram fazer uma do Nick :)
ResponderExcluirNossa finalmente uma fanfic que não é do Alex! Gostei muito do começo da história (tô comentando meio atrasada, já tá no terceiro mas enfim hahaha) bjs
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